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quarta-feira, 24 de junho de 2026

Condomínio em Vargem Grande é alvo de tiros após suposta cobrança de taxa por criminosos

Condomínio em Vargem Grande é alvo de tiros após suposta cobrança de taxa por criminosos

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Portal Exato

23/06/2026

2 min de leitura

A entrada de um condomínio na Estrada dos Bandeirantes, em Vargem Grande, na Zona Sudoeste do Rio, foi alvo de um ataque a tiros na noite de domingo (21). De acordo com as investigações iniciais, a ação teria sido uma represália após a administração do local se recusar a pagar uma taxa exigida por criminosos que atuam na região.

Apesar dos disparos, ninguém ficou ferido. Os tiros atingiram a guarita do condomínio, danificando os vidros da estrutura. Funcionários que trabalhavam no momento do ataque precisaram se proteger e chegaram a se deitar no chão para evitar serem atingidos.

Suspeitos teriam feito ameaças antes do ataque

Segundo relatos de moradores, o episódio teria sido precedido por uma tentativa de intimidação. Em abril, homens em uma motocicleta teriam deixado uma carta destinada ao síndico do condomínio, com orientações para que a administração entrasse em contato com integrantes do grupo criminoso.

A falta de resposta às exigências teria motivado o ataque registrado neste domingo, conforme a linha de investigação adotada pela polícia.

Policiamento foi reforçado na região

Após serem acionados por moradores, agentes do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) foram até o local para verificar a ocorrência.

A Polícia Militar informou que reforçou a segurança na área com equipes do batalhão e do programa Bairro Presente Vargem Grande. O patrulhamento e as abordagens preventivas foram intensificados, e o policiamento permanece ampliado na região.

Em nota, a corporação afirmou que segue monitorando a área para garantir a segurança dos moradores.

Polícia Civil investiga o caso

A Polícia Civil informou que, até o momento, não houve registro formal da ocorrência, mas a investigação está sendo conduzida pela 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes).

Os agentes buscam identificar os responsáveis pelo ataque e esclarecer se a ação tem ligação direta com a cobrança ilegal mencionada nas investigações. Até agora, ninguém foi preso.

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