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quarta-feira, 13 de maio de 2026

MC Poze reage à convocação para depor na CPI das Câmeras e acusa deputados de perseguição

MC Poze reage à convocação para depor na CPI das Câmeras e acusa deputados de perseguição

por

Portal Exato

23/09/2025

2 min de leitura
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O cantor MC Poze do Rodo se pronunciou nas redes sociais nesta segunda-feira (22), horas depois de ser convocado para prestar depoimento na CPI das Câmeras da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O funkeiro classificou a decisão dos parlamentares como uma “perseguição descarada” e direcionou críticas ao presidente da comissão, deputado Alexandre Knoploch (PL).

A convocação foi anunciada após a rápida recuperação da SUV blindada do artista, roubada na Zona Oeste do Rio. O caso chamou atenção da CPI, que quer entender como o veículo foi devolvido sem ação direta da polícia.

“Aqui você é roubado e ainda precisa depor”

Em tom de ironia, Poze disse que a convocação representa uma inversão da lógica da justiça:

“Aqui no Brasil você é roubado e ainda precisa ir depor. É o país da sacanagem. Vão atrás de quem realmente tem que ser responsabilizado. Me deixem viver em paz com minha família”, afirmou.

O cantor também criticou Knoploch por tê-lo chamado de “marginal” em vídeo publicado nas redes sociais: “Marginal é o car***. Eu sou pai de família, tenho cinco filhos, batalho todo dia. Isso é perseguição”*, disparou.

Deputado rebate críticas

Knoploch respondeu ao funkeiro em nova publicação, reforçando que a convocação é parte da investigação:

“O que causa estranheza é um carro roubado reaparecer tão rápido, com tanque cheio e sem resgate pago. Essa não é a realidade da maioria da população. A CPI existe justamente para investigar possíveis relações entre o crime e empresas que deveriam proteger o cidadão”, disse o parlamentar.

O que investiga a CPI das Câmeras

Instalada em junho, a comissão foi criada para investigar empresas privadas responsáveis pela instalação de câmeras em locais públicos, cooperativas de proteção veicular e possíveis conexões com organizações criminosas.

Com o avanço dos trabalhos, a CPI ampliou o escopo e hoje também apura irregularidades em locadoras de automóveis, ferros-velhos, esquemas de roubo de cargas e até uso de ouro em operações de lavagem de dinheiro.

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